Após decisão da justiça, Alunorte e Albras retomam plena produção

Alunorte operou com metade da capacidade por mais de um ano, prejudicando operação da Albras


Publicado no dia 22 de maio de 2019, às 17h59

O Tribunal Federal de Belém revogou, no dia 20 de maio, o embargo de produção da refinaria de alumina Alunorte. Agora a empresa pode retomar a produção normal após operar com metade da capacidade por mais de um ano. Com isso, a Albras, da qual a Hydro também é acionista (junto com a Nippon Amazon Aluminum), pode retomar sua plena produção de alumínio primário. A planta deverá produzir em toda a sua capacidade durante o segundo semestre de 2019.

“Estou satisfeita e encorajada por ver os grandes esforços de nossos empregados na Alunorte, na Albras e em Paragominas, em cooperação com as comunidades e autoridades locais”, afirma a presidente e CEO Hilde Merete Aasheim. “A retomada da produção na Alunorte é um passo importante para a produção normal em nossas operações estrategicamente importantes no Pará e uma base para nossa agenda para fortalecer a robustez e a lucratividade em toda a cadeia de valor.”.

A Alunorte, que tem capacidade de produção anual de 6,3 milhões de toneladas, deverá atingir de 75 a 85% da capacidade dentro de dois meses. A previsão é que um filtro prensa adicional entre em operação no terceiro trimestre de 2019, aumentando ainda mais a capacidade. Com o embargo da Justiça Federal que impede a Alunorte de usar sua nova área de Depósito de Resíduos de Sólidos – DRS2 permanece em vigor, a empresa continua a utilizar o depósito DRS1 com a moderna tecnologia do filtro prensa.


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