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Coronavírus sobrevivem menos tempo em superfícies de alumínio?

Pesquisadores de universidade alemã elaboram estudo sobre a resistência do coronavírus em diferentes superfícies. Veja como se comportou o metal

Com o avanço da pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), muitas pessoas receberam por mensagem de WhatsApp ou viram nas redes sociais informações de uma pesquisa que mostra quanto tempo o vírus resiste em determinadas estruturas, dentre elas, as de alumínio.

Para evitar qualquer desinformação em um momento tão crítico, fomos atrás do estudo para verificar a veracidade das informações.

De fato, pesquisadores da Universidade de Medicina de Greifswald, na Alemanha, revisaram 22 estudos técnicos para verificar a persistência em 13 superfícies diferentes dos coronavírus humanos conhecidos antes do surgimento do novo coronavírus, como o Sars-CoV, Mers-CoV e HCoV.

Dentre cinco superfícies submetidas ao HCoV – 229E (um tipo de coronavírus que infecta os seres humanos), a uma temperatura de 21 °C, o alumínio foi o material em que ele apresentou menor tempo de vida. Veja abaixo:

  • Alumínio – 2 a 8 horas
  • Aço – 5 dias
  • Vidro – 5 dias
  • PVC – 5 dias
  • Cerâmica – 5 dias

Os coronavírus humanos podem permanecer infecciosos por até nove dias, concluíram os pesquisadores. Por sua vez, desinfecção com hipoclorito de sódio a 0,1% ou álcool 62% a 71% reduz significativamente o poder contaminante do coronavírus. Os estudiosos estão otimistas: “Esperamos um efeito semelhante contra o Sars-CoV-2 [novo coronavírus]”.  Leia o estudo completo (em inglês) aqui.

 

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Engenheiros da Universidade de Durham, na Inglaterra, desenvolveram o primeiro material não cortável do mundo. Batizado como Proteus, em referência ao deus grego, ele foi inspirado em elementos da natureza e tem a estrutura composta por uma espuma metálica de alumínio e esferas de cerâmica (alumina). O Proteus é altamente deformável e ultrarresistente a cargas

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