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Campanha defende fim de distorções na conta de energia das famílias e indústria

Energia elétrica representa 70% do valor total de produção de alumínio no Brasil

A Abrace, entidade que reúne as grandes indústrias consumidoras de energia, lançou a campanha “O peso da luz”. O objetivo é mostrar como distorções causadas por encargos, impostos e subsídios encarecem o preço da energia elétrica consumida por todos os brasileiros, de famílias de baixa renda a produtores industriais.

Criado especialmente para a campanha, o perfil @opesodaluz no Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn divulga o impacto das distorções para a economia nacional. Um vídeo também foi lançado — assista abaixo.

“A importância da energia elétrica na vida das pessoas é maior do que se pensa: quando se corta o cabelo, compra-se cimento, a energia está ali. A energia está no emprego, na competitividade do Brasil como País. E o preço é um problema. O Brasil, que é o País da energia barata, precisa se tornar o País da conta barata”, defende Paulo Pedrosa, presidente-executivo da Abrace.

 

 

Algumas curiosidades já compartilhadas pela campanha:

  • Apenas um terço do valor da conta de energia representa, de fato, o que você usa;
  • R$ 3.500 do valor de construção de uma casa popular de 60m² são destinados para arcar com o custo da conta de energia elétrica;
  • 15% do valor investido em um caderno escolar de 10 matérias corresponde ao pagamento da energia elétrica usada para a sua fabricação.

Alumínio
A competitividade da indústria do alumínio está diretamente relacionada ao custo de energia, principalmente elétrica e de gás natural, que pode representar até 70% do valor total de produção. Por isso, a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) apoia a campanha “O peso da luz”.

Para se ter ideia, por conta do Custo Brasil, cinco plantas do segmento deixaram de operar no País no período de 2009 a 2015. Com isso, a produção de alumínio primário caiu 52% e transformou o Brasil em um importador líquido do metal.

O programa federal Novo Mercado do Gás pode ser uma solução importante para o segmento, conforme já noticiamos por aqui.




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