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Retrospectiva 2020: as reportagens mais lidas do ano

Conheça o top 10 de matérias mais acessadas no portal Revista Alumínio

Esse ano foi diferente de tudo que já vivemos. A pandemia do novo coronavírus apresentou desafios inimagináveis e trouxe um ingrediente nada positivo para os negócios: a imprevisibilidade.

Nesse cenário, a indústria brasileira do alumínio foi protagonista por oferecer um metal com inúmeras vantagens, como versatilidade, resistência e sustentabilidade. Em abril, após um intenso trabalho da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), a cadeia produtiva foi considerada essencial pelo governo federal e não precisou interromper as suas atividades.

Justamente por conta da crise sanitária, as soluções com aplicação de alumínio na luta contra a Covid-19 figuraram no ranking de reportagens mais acessadas no portal Revista Alumínio. Destaque para a produção da vacina, a fabricação de insumos médicos e até a construção de hospitais de campanha.

Nossos leitores também prestigiaram as transações de mercado e dois temas primordiais dos quais o Brasil é referência: o processo sustentável de mineração de bauxita e a reciclagem das latinhas para bebidas, cujo índice alcançou 97,6% em 2019.

Vale destacar que algumas das reportagens mais acessadas este ano são oriundas de 2019. Confira o ranking abaixo:

1º – Vacina contra o novo coronavírus utiliza alumínio como adjuvante

Em julho, mostramos que a vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan – chamada de CoronaVac – conta com o hidróxido de alumínio em sua composição, atuando como adjuvante.

Os adjuvantes melhoram a resposta imunológica do paciente e podem contribuir para que a reação ocorra com mais rapidez, diminuindo a quantidade de antígenos (vírus ou bactéria) na substância.

O alumínio é utilizado como elemento auxiliador na forma de sal (hidróxido, fosfato e sulfato) devido ao seu perfil de segurança, facilidade de preparação, estabilidade e alta capacidade imunoestimulante.

 Clique aqui e leia a reportagem na íntegra

2º – Coronavírus sobrevivem menos tempo em superfícies de alumínio?

Logo no início de 2020, quando foi comunicado oficialmente pelas autoridades que o novo coronavírus já transitava em território brasileiro, esse foi um dos temas que dominaram as redes sociais.

Para evitar qualquer desinformação em um momento tão crítico, fomos atrás do estudo para verificar a veracidade das informações.

De fato, pesquisadores da Universidade de Medicina de Greifswald, na Alemanha, revisaram 22 estudos técnicos para verificar a persistência em 13 superfícies diferentes dos coronavírus humanos conhecidos antes do surgimento do novo coronavírus.

Dentre cinco superfícies submetidas ao HCoV – 229E (um tipo de coronavírus que infecta os seres humanos), a uma temperatura de 21 °C, o alumínio foi o material em que ele apresentou menor tempo de vida.

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3º – Especial — Mineração de bauxita: como é feita a extração e qual a importância da atividade para o Brasil

Nessa reportagem apresentamos o processo de extração da bauxita e sua importância para a economia e o desenvolvimento social das cidades e comunidades do entorno das operações. Além disso, destacamos como alguns projetos de leis (PLs) poderiam inviabilizar essa atividade.

O Brasil possui a 4ª maior reserva de bauxita do mundo. Em 2018, o País produziu 32 milhões de t, sendo que boa parte desse volume é industrializada por aqui mesmo, o que gera tributos, empregos e agrega valor à cadeia nacional.

A lavra da bauxita ocorre de forma sustentável por meio do método strip mining, no qual grandes tiras de terra são mineradas e recuperadas em sequência.

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4º – Por que o alumínio é fundamental no combate ao novo coronavírus?

Em abril, focamos na essencialidade da cadeia produtiva do alumínio em meio à quarentena decretada pelos governos estaduais.

Para garantir segurança jurídica e abastecimento à população, a ABAL apresentou às autoridades documento que identificava os produtos e serviços que utilizavam o metal e cuja produção e funcionamento eram indispensáveis no momento.

A matéria mostra que, na área médico-hospitalar, a participação do alumínio contempla desde os materiais de construção de hospitais de campanha, fabricação de insumos médicos e embalagens para medicamentos, até a produção de vacinas.

5º – Ball anuncia mudança para São José dos Campos (SP)

A fabricante de latas de alumínio comunicou, em fevereiro, que mudaria o escritório corporativo do Rio de Janeiro para a cidade de São José dos Campos, região do Vale do Paraíba (SP).

As áreas de Recursos Humanos, Finanças, Comercial, Suprimentos, Logística e Liderança Sênior, entre outras, agora estão sediadas na cidade paulista.

A decisão foi pautada na sustentabilidade do negócio e melhoria da qualidade de vida dos funcionários: São José foi considerada o 4º melhor lugar do Brasil para se viver, segundo levantamento da consultoria Macroplan (dados de 2017).

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6º – Campeão de reciclagem

Um dos grandes cases de sucesso da indústria nacional é o alto índice de reciclagem de latas de alumínio para bebidas. A reportagem lista os principais fatores que estimulam esse mercado (veja abaixo), além de apresentar as ações das empresas e as perspectivas para o setor.

  • Campanhas de conscientização desenvolvidas pelas indústrias;
  • Valor do alumínio superior ao de outros materiais e vantajoso aos catadores;
  • O fato de o alumínio ser 100% reaproveitável, mantendo suas características originais;
  • Economia de energia: consome apenas 5% da energia elétrica necessária para a produção de alumínio primário;
  • Menor emissão de gás carbônico na atmosfera: 95% menos do que a produção de alumínio primário;
  • Não utiliza bauxita, recurso natural que é a base do alumínio.

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7º – Alumínio: a melhor embalagem para o sabor da sua comida

A reportagem mostra que food trucks, festivais de churrasco e hamburguerias têm adotado soluções descartáveis com o metal para servir e manter a qualidade dos alimentos para os clientes.

Considerado um dos materiais mais adequados para atender demandas de estabelecimentos gastronômicos, o alumínio tem substituído o papel, o plástico e até as caixinhas de isopor e papelão. Afinal, além de ser uma excelente barreira contra os fatores externos, trata-se de um material leve, durável e resistente à oxidação, além de ser infinitamente reciclável.

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8º – Indústria fabrica fita de alumínio para cloroquina em apenas um dia

Para atender a demanda do governo federal em relação ao aumento da produção de cloroquina no Laboratório Químico e Farmacêutico do Exército (LQFEX), a indústria de embalagens do Grupo Prati-Donaduzzi, Centralpack, desenvolveu, em apenas um dia, a fita de alumínio que foi utilizada nas embalagens do medicamento.

Segundo Gimenes Silva, diretor da Centralpack, a execução da demanda em regime de urgência foi possível graças à tecnologia aliada ao processo produtivo.

“Como temos grande potencialidade na produção de embalagens, apresentamos as soluções necessárias com qualidade e agilidade.” 

O alumínio é um aliado importante quando aplicado em embalagens para remédios. Por não permitir a passagem de umidade, oxigênio e luz, o metal evita a deterioração não só de medicamentos, mas de outros produtos consumíveis.

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9º – O ciclo da reciclagem do alumínio

O portal Revista Alumínio participou de viagem promovida pela ABAL, Ball, Grupo Recicla BR e Novelis, a fim de apresentar todo o ciclo percorrido pelas latinhas durante os processos de reciclagem e fabricação.

A viagem teve início em Pindamonhangaba (SP), em um dos 24 centros de coleta que a Latasa, empresa do Grupo Recicla BR, mantém no Brasil. O local recebe sucata de alumínio de todo o Vale do Paraíba, Litoral Norte Paulista e região de Campos de Jordão (SP).

Na área de fundição, o grupo visitou uma unidade da Latasa, responsável por produzir o novo alumínio.

Depois, na planta da Novelis, foi possível conhecer como o metal líquido, fruto da reciclagem, é transformado em grandes barras sólidas, retangulares e espessas que passam por cilindros até virarem chapas que seguirão para as fábricas de latas.

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10º – CBA conclui processo de aquisição da Arconic em Itapissuma (PE)

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) iniciou a integração da antiga planta da Arconic localizada em Itapissuma (PE), após a conclusão da compra e transferência do controle, efetivados no dia 1º de fevereiro. O valor da operação foi de US$ 50 milhões e a compra foi aprovada, sem restrições, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em dezembro de 2019.

A fábrica nordestina, com capacidade para produzir 50 mil t/ano entre folhas e chapas de alumínio, complementa a linha de produtos laminados da CBA, contribuindo para a melhoria da competitividade da indústria nacional frente aos produtos importados.

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