Thallys Costalat, estagiário de Engenharia de Processo da Alubar em Barcarena (1)

Programas de estágio inserem jovens nas indústrias paraenses de alumínio

Estudantes relatam experiências de trabalho em operações da Alcoa e Alubar

As empresas da cadeia produtiva do alumínio têm investido em programas de estágio, que oferecem aos estudantes a dimensão real dos desafios do mercado de trabalho. Por outro lado, as companhias têm a oportunidade de terem profissionais proativos, formando e captando um talento futuro.

 

Na Alcoa e na Alubar, ambas com atuação no Pará, os estagiários vão além do estereótipo de “pegar um cafezinho” ou “imprimir um documento”. Eles participam ativamente da rotina de trabalho. Os desafios práticos são compatíveis com a carga horária e os níveis de conhecimento e experiência da pessoa contratada.

 

Kamila Silva, estudante de Engenharia de Computação da Universidade Federal do Pará (UFPA), atua como estagiária há cinco meses na Alcoa Juruti, no oeste do estado. Ela afirma que mesmo no sistema home office, por conta da pandemia da Covid-19, essa é uma experiência única, porque reforça a formação acadêmica e a prática profissional.

 

“Para mim é muito positivo, porque no curso há várias áreas de atuação e uma boa parte posso aplicar no mercado de trabalho, como automação, Internet das Coisas, entre outras. Percebo que o que estou estudando não é em vão, pois tem aplicação prática”, explica Kamila.

 

José Luiz Júnior, gerente de Recursos Humanos da Alcoa Juruti, explica que o propósito é oferecer aos estudantes a experiência real do universo corporativo, por meio do desenvolvimento de atividades diferenciadas, preparando-os para o mercado de trabalho a partir dos comportamentos e valores que fazem da Alcoa uma empresa íntegra e de excelência.

 

Desenvolvimento técnico e comportamental

A oportunidade de aliar teoria e prática na área de formação é o que motiva Thallys Costalat (foto de abertura), estudante de Engenharia Elétrica, em seu estágio na unidade da Alubar em Barcarena, localizada no nordeste do Pará.

 

O jovem de 21 anos faz parte da equipe de Engenharia de Processo, auxilia na coleta e análise de dados, produção de relatórios e acompanha as etapas de fabricação dos vergalhões e cabos elétricos de alumínio.

 

“Entrei na empresa em março de 2021. Esse período tem sido bastante proveitoso, porque além das atividades técnicas, tenho aprendido a melhorar meu relacionamento interpessoal. O meu objetivo é desenvolver cada vez mais a segurança para lidar com situações que vão aparecer no futuro profissional”, relata.

 

Segundo ele, trabalhar na companhia agrega conhecimentos que farão a diferença na vida profissional e pessoal.

    

“A Alubar dá a oportunidade de ter uma visão ampla do processo de produção, de dialogar com outras áreas e não ficar limitado a um só departamento. Tenho acesso também a capacitações, além do aprendizado nos desafios do dia a dia. O fato de estar em um ambiente com bom clima de trabalho e com pessoas muito competentes me incentiva a dar o meu máximo também”, afirma Thallys.

Veja também:

Alcoa Poços de Caldas agenda auditoria para certificação ASI

A Alcoa de Poços de Caldas (MG) está se preparando para receber a certificação no padrão de desempenho da organização global Aluminium Stewardship Initiative (ASI). A auditoria está agendada para março de 2022. As unidades da companhia localizadas em São Luís (MA) e Juruti (PA) já conquistaram o selo. “Acreditamos que esse é um importante

Alubar cria link específico para PCDs em banco de talentos online

A Alubar, fabricante de cabos elétricos e vergalhões de alumínio, passou a disponibilizar um link específico no seu banco de talentos para pessoas com deficiência (PCDs) interessadas em vagas de emprego na planta paraense de Barcarena e no escritório global em São Paulo.  As inscrições devem ser realizadas exclusivamente na plataforma de recrutamento e seleção #SejaAlubar.

Apesar dos desafios, veículos elétricos e híbridos crescem no Brasil

A eletromobilidade é uma tendência mundial que ainda depende de uma política nacional e de medidas de apoio ao transporte sustentável para avançar no Brasil. Por enquanto, há 66 mil veículos elétricos e híbridos circulando pelo país, de acordo com a Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE). Apesar dos desafios de infraestrutura de recarga e

Rolar para cima