Com latas de alumínio cortadas e queimadas, Block conseguiu criar uma peça diferenciada para representar o mundo. Outras obras como esta são marca registrada do artista norte-americano

Mundo de alumínio

A cartografia é a ciência da representação gráfica da superfície terrestre, que tem o mapa como seu produto final. Dentro deste segmento, o alumínio tem sido utilizado para a produção de mapas acessíveis para deficientes visuais. Os mapas táteis, utilizados em aulas inclusivas, podem ser feitos com o material para garantir fácil manipulação e precisão do relevo.

Mas a aplicação do alumínio não se restringe apenas à inclusão. Muitos artistas já se empenharam em representar o mundo utilizando o metal leve, como é o caso de Michal Porycki, polonês de Olsztyn, que aplica uma tecnologia avançada para criar mapas de alto relevo em madeira e alumínio.

Ele os estrutura com um processo de impressão 3D que nivela os lagos em um modelo visual baseado na batimetria (medição da profundidade dos oceanos, lagos e rios). Assim que o processo é concluído, Porycki e seu pai finalizam o mapa de alumínio com a madeira, para contornar a área que representa a as águas com uma imagem precisa da terra e posicioná-la na moldura.

Outro artista que trabalha com o alumínio criando mapas é o canadense Parvez Taj, responsável por desenhar a peça The Moon Shadow, feita com tinta UV e alumínio escovado – que faz as cores do mapa se destacarem e causa um efeito de profundidade. Assim como Taj e Porycki, o norte-americano Gregory Block desenvolveu um mapa mundi, nomeado Explorer’s Map, feito especificamente com latas de alumínio cortadas, queimadas em diferentes graus e unidas como em uma colagem.

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