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MRN celebra 41 anos de operação no Pará como maior produtora de bauxita do Brasil

Companhia fechou 2019 com 12 milhões de t do minério extraídas

A Mineração Rio do Norte (MRN) comemora 41 anos de atividades em Porto Trombetas, no Oeste do Pará, região da Amazônia, onde mantém uma grande operação para a produção de bauxita. A empresa lidera o mercado, com 12 milhões de t do minério extraídas no ano passado, e contribui para que o País ocupe o 4º lugar no ranking mundial de produção.

Dentro do Estado, a companhia é uma das maiores geradoras de emprego, com 85% de paraenses entre os 5 mil postos de trabalho diretos e indiretos. Além disso, a MRN mantém relacionamento contínuo com gestores municipais e comunidades tradicionais dos municípios de Oriximiná, Faro e Terra Santa, com mais de 60 iniciativas contribuindo para incrementar o desenvolvimento socioeconômico.

Para Guido Germani, diretor-presidente da MRN, a celebração desta importante data em meio ao cenário de pandemia é um marco histórico.

“A soma de experiências, a tomada ágil de decisões, o aprendizado contínuo e o trabalho colaborativo das equipes da empresa com parceiros externos, como as comunidades, representantes de órgãos públicos e universidades, estão contribuindo para entendermos e superarmos esse cenário de incertezas, renovarmos o fôlego e, gradualmente, e de forma segura, retomarmos a dinâmica da nossa operação, para continuar a mantê-la na liderança da produção de bauxita no Brasil”, afirma Germani. 

Investimentos

Visando a colaborar com o enfrentamento da Covid-19, a MRN aumentou suas ações de relacionamento com os comunitários e prefeituras do Oeste do Pará e investiu mais de R$ 8 milhões desde março em diversas ações. Destaque para as campanhas preventivas, distribuição de cestas básicas para comunidades, doação de equipamentos hospitalares, materiais de higiene e testes rápidos para os hospitais municipais de Oriximiná, Terra Santa, Faro e Óbidos, além de suporte a profissionais de saúde.

Reflorestamento

A MRN utiliza apenas 4,2% dos 441 mil ha da Floresta Nacional de Saracá-Taquera para a sua operação. Ao longo dos anos, a companhia tem aprimorado as metodologias de restauração por meio de pesquisas científicas e observação dos técnicos em campo. Em 41 anos de atividades na região, já reflorestou 7,3 mil ha e plantou mais de 14,5 milhões de mudas de 450 espécies arbóreas nativas.

A empresa produz em torno de 800 mil mudas de espécies vegetais nativas por ano e utiliza sementes adquiridas nas comunidades ribeirinhas do lago Sapucuá. Com isso, gera renda e contribui para a preservação das espécies vegetais locais. A MRN também desenvolve uma série de ações voltadas para o monitoramento do ar e água, resgate da flora e fauna e gestão de resíduos, entre outras.

Saúde e segurança

A cultura de segurança da MRN tem sido ampliada com avanços nas áreas de saúde e medicina do trabalho, o que inclui investimentos no Hospital de Porto Trombetas (HPTR) para a renovação do parque tecnológico e aquisição de novos equipamentos. Em 2019, a empresa aplicou mais de R$ 330 milhões nessa área.

Há ainda, segundo a companhia, a priorização da segurança em suas estruturas de barragens, com aumento da capacitação de toda a equipe de profissionais de geotecnia e o aprimoramento contínuo do sistema de monitoramento. 

Inovação

No ano passado, a mineradora avançou na avaliação de novas tecnologias em execução de projetos, como a utilização de drones para controle de obras, acompanhamento fotográfico 360 graus e utilização inédita de tecnologias de realidade virtual para modelamento de projetos.

Prosseguindo em sua jornada de transformação digital, a MRN informa que seguiu as tendências das grandes empresas e das boas práticas do mercado. Por isso, integrou-se ao maior movimento de inovação do segmento, o Mining Hub, focado em soluções para as mineradoras e que reúne representantes da cadeia produtiva do segmento, pesquisadores, jovens empreendedores e investidores. 

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