A Hydro Rein, que comemora neste mês de abril cinco anos, evoluiu de uma iniciativa estratégica para uma estrutura operacional que acelera a transição energética por meio de grandes projetos eólicos e solares de alta complexidade.
No Brasil, a atuação da empresa busca tornar a Hydro uma autoprodutora de energia renovável, tendo um papel fundamental na descarbonização das operações da empresa, visando à redução de 30% de suas emissões até 2030, em comparação com os níveis de 2017, e a alcançar emissão líquida zero até 2050.
De acordo com a Hydro Rein, seu portfólio é resultado de participações em investimentos na ordem de R$ 11 bilhões. Com 531 MW de capacidade, a Usina Solar de Mendubim, localizada em Assu (RN), tornou-se o marco inicial da Hydro Rein no País, destinando 60% de sua geração para a Alunorte, refinaria de alumina da Hydro. Em Paracatu (MG), o Complexo Solar Boa Sorte (438 MW), que marcou pioneirismo como o primeiro projeto solar brasileiro a obter financiamento em dólares do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), fornece 89% de sua produção para a Albras, produtora de alumínio primário.
Ainda no Estado mineiro, em Janaúba, a empresa conta com o Complexo Vista Alegre — a maior instalação solar do Brasil construída em uma única fase —, que abastece a Albras.
O Parque Eólico Ventos de São Zacarias, nos municípios de Simões (PI) e Araripina (PE), adiciona 456 MW à capacidade da empresa em um dos principais parques eólicos da América Latina, destinando cerca de 75% de sua produção para a Alunorte e a Mineração Paragominas, no Pará.
“Nesses cinco anos, a Hydro Rein se consolida como uma plataforma de execução capaz de converter metas climáticas em projetos operacionais de alta capacidade. Com nossos projetos, conseguimos apoiar a transição energética da indústria brasileira como um todo, uma vez que o excedente de nossa produção é destinado ao mercado livre de energia. Olhamos para o futuro com o compromisso de expandir nossa presença no mercado de renováveis, liderando soluções que garantam não apenas a descarbonização, mas a sustentabilidade e a eficiência energética de longo prazo para o setor industrial brasileiro”, afirma Marcela Jacob, head da Hydro Rein no Brasil.
Foto: Divulgação Hydro Rein




