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“É preciso combinar desenvolvimento econômico e social com respeito à biodiversidade”, defende presidente da Alcoa

Em live promovida pelo Valor Econômico, Otavio Carvalheira reforça a importância da união da classe empresarial para garantir economia sustentável

O jornal Valor Econômico promoveu na segunda-feira (10/8) uma live sobre o movimento do setor privado em prol do meio ambiente no Brasil. Otavio Carvalheira, presidente do Conselho Diretor da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) e da Alcoa Brasil, foi um dos participantes.

Em julho, cerca de 40 empresas dos setores industrial, agrícola e de serviços divulgaram uma carta em defesa da agenda sustentável e do combate ao desmatamento na Amazônia, dentre elas a Alcoa Brasil.

O grupo já se reuniu com Hamilton Mourão, vice-presidente da República e líder do Conselho Nacional da Amazônia Legal, e Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados.

“A classe empresarial, representada pelo grupo que assinou a carta, dá clara indicação de que podemos achar soluções para uma economia sustentável nos diversos setores que representamos. É preciso combinar desenvolvimento econômico e social com respeito à biodiversidade. São questões que não são tão simples de serem integradas e, por isso, dependem da participação de todos os envolvidos”, disse Otávio ao Valor.

O executivo já participa das discussões sobre o tema há algum tempo, como membro do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) – instituição que coordenou a produção e divulgação da carta enviada ao governo.

Segundo Carvalheira, um aspecto importante citado no documento é a inclusão socioeconômica das comunidades da Amazônia.

“Hoje, são mais de 20 milhões de brasileiros que vivem naquela região, em condições que precisam ser melhoradas”, defendeu.

Alcoa Juruti
A Alcoa Brasil está presente há mais de dez anos na Amazônia, quando iniciou o projeto de mineração sustentável de bauxita no município de Juruti, no Oeste do Pará. Hoje a companhia opera com mais de 80% da força de trabalho do Pará, sendo 40% de colaboradores de Juruti, além de promover a inclusão de mão de obra feminina.

“O nosso projeto trouxe compensações legais e um leque de contribuições voluntárias dentro de uma agenda positiva. Não conhecíamos a Amazônia, mas com respeito e diálogo com as comunidades, hoje temos 99% de aceitação no município. Estaremos lá por muitas décadas, mas a nossa preocupação é com o que deixaremos de legado”, explica.

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