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Crise sanitária pode aumentar demanda por carros elétricos na Europa

Mercado tem sido resistente, mesmo com lockdowns adotados no continente

A indústria automobilística tem sofrido com a queda livre das vendas por conta dos efeitos do novo coronavírus no mundo inteiro. As montadoras já tinham pelo menos 20% a mais de capacidade em suas fábricas e haviam se recuperado recentemente da crise de 2008. Se, por um lado, cresce a possibilidade de fechamento de plantas, por outro, o setor pode sofrer pressão para se tornar elétrico.

Segundo os analistas desse mercado, no mês de março, quando alguns países da Europa adotaram o confinamento, as vendas de carros (a gasolina e a diesel) caíram mais da metade no continente, mas os registros de veículos movidos à bateria subiram 23%. Já em abril, o mercado de automóveis tradicional caiu 80%, enquanto as vendas de carros elétricos reduziram 31%.

Ainda não sabe por que o mercado de veículos elétricos tem sido resistente. As montadoras podem ter postergado as entregas encomendadas em 2019, para atender os limites de emissões de dióxido de carbono. Outra possibilidade é a mudança no perfil de compradores, na busca por veículos mais sustentáveis e, consequentemente, na vida com menos poluição.

Crédito da foto de abertura: MikesPhotos por Pixabay

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