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Cresce a demanda por embalagens de alumínio em meio à pandemia

Maior consumidor doméstico, segmento valoriza as inúmeras vantagens do metal, como leveza, resistência e reciclabilidade

O consumidor brasileiro mudou os hábitos diante da pandemia do novo coronavírus. Por permanecer mais tempo dentro de casa, tem optado por produtos com maior prazo de validade, refeições via delivery e a compra de bebidas em lata, segmentos atendidos pelo setor de embalagens de alumínio.

Fernando Wongtschowski, gerente sênior de Estratégia e Marketing da CBA, explica que o mercado de folhas de alumínio para embalagens, especificamente as assépticas, flexíveis e o papel de alumínio (HHF), apresentou picos de alta demanda no segundo trimestre de 2020. Essas embalagens estão presentes em produtos alimentícios, bebidas, cosméticos, farmacêuticos, higiene e limpeza, entre outros.

“Este movimento aconteceu tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, devido o maior consumo dentro do lar, o que leva os consumidores a optarem por produtos com maior prazo de validade”, confirma.

Segundo o gerente da CBA, dentro do cenário proposto pelo “novo normal”, a sociedade também tende a assimilar positivamente produtos que utilizam materiais sustentáveis, como o alumínio. O metal oferece inúmeras vantagens, como leveza e alta resistência, além de ser infinitamente reciclável.

 Descartáveis para refeições
Em relação às embalagens de alumínio descartáveis, a demanda tem sido maior por conta do serviço de delivery dos restaurantes, como explica Guilherme Superbia, gerente de Excelência Comercial e Marketing da Novelis.

“Essas embalagens são resistentes, protegem os alimentos das ações do ambiente, como a luz e a umidade, além de facilitar a mudança de temperatura, ajudando no resfriamento e conservação dos alimentos. A leveza e a variedade de formatos facilitam o transporte para os estabelecimentos e consumidores, além de favorecer o processo de armazenamento.”

Cadu Migliorini, responsável pelo Marketing no Grupo Wyda, concorda que houve aumento do consumo dessas embalagens, tanto no segmento de comida pronta, que tem sido retirada nos estabelecimentos, como via delivery.

A empresa registrou aumento nas vendas de embalagens retangulares de alumínio das linhas: institucional, food service, food service premium e smoothwall. O destaque fica por conta das embalagens com divisórias D4 e D17.

“A tendência deve permanecer, porém com uma estabilização na curva de crescimento exponencial”, estima.

Latinhas de bebidas
Em relação às latas de alumínio para bebidas, o Brasil já registrava elevação no consumo off trade (compra no ponto de venda para utilização em casa). De acordo com Hugo Magalhães, gerente de Marketing e Novos Negócios da Ball, a compra de cerveja neste canal já era maior que 60%, mas a pandemia acelerou o crescimento.

“O isolamento social gerou uma preferência pelo e-commerce como principal canal de venda, graças à praticidade e segurança”, explica.

Segundo Magalhães, o investimento em canais de e-commerce tem sido um grande passo para a indústria de bebidas.

“De pequenos a grandes clientes, percebemos a nítida migração do mercado. Por isso, a Ball desenvolveu recentemente o vadelatastore.com, que permite a compra online de bebidas enlatadas”, lembra.

 Como tendência para o mercado de latas de alumínio, o gerente da Ball aponta a necessidade de investimentos em inovação e nos elementos que constroem cada vez mais a boa experiência do consumidor com o produto. Hoje a companhia já realiza o estudo do melhor formato de lata para cada líquido, a escolha de parâmetros rigorosos de qualidade, além de investir no relacionamento com o consumidor.

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